Comando da PM 'não vê clima para movimentos paredistas'; reforma sai até 10 de abril

Postada, 18 de março de 2014 às 16h20

Após a associação de oficiais da Polícia Militar Força Invicta questionar o dia 8 de abril como prazo legal para o governo se posicionar em relação às demandas da corporação, o Comando da PM informou em nota que o Grupo de Trabalho (GT) estipulou, de comum acordo, o dia 10 como prazo. O colegiado, que reúne representantes das associações da categoria e de órgãos de governo, além de secretários, vai discutir a reforma da Lei de Organização Básica e do Estatuto da PM. No comunicado, o comandante-geral, coronel Alfredo Castro, ainda reiterou que “o processo de modernização administrativa em curso não pode ser confundido com campanha salarial”.

As associações da Polícia Militar farão assembleia na sexta-feira (21), às 15h, no espaço Wet'n Wild, na Avenida Paralela, em Salvador. Castro destacou ainda o pagamento da primeira parcela da Gratificação de Atividade Policial (GAP) IV em novembro, o reajuste linear do funcionalismo público – que ainda não foi definido pelo governo – e o pagamento, em abril, do Prêmio por Desempenho Policial à “grande parte da corporação” pelo alcance das metas do programa Pacto pela Vida. Ao pedir a confiança dos integrantes da PM no “processo de interlocução entre a corporação e o governo”, Castro “tranquiliza a sociedade” e deixa expresso que “não vê clima para movimentos paredistas”. Em entrevista ao Bahia Notícias, o coronel Edmilson Tavares, presidente da Força Invicta, negou a possibilidade de greve.

O comando ainda afirma que “aqueles que estão pregando a desestabilização da tropa estão na contramão do processo de modernização administrativa da PM e buscando vantagens individuais e não coletivas”.

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